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AS DUAS COLUNAS DO TEMPLO DO AMOR


As duas colunas do templo
Formam o Portal do Amor
Pois quem passa por elas
Se inicia no paraíso
E se recolhe na Eternidade

Entre as duas colunas
Não há um vazio sem vida
Nem o ocaso do dia
Mas um portão de entrada
Para uma eterna morada

Em um mundo desconhecido
Na dimensão ignorada
Há um jardim secreto
Como morada das almas
E dos seres amados

As duas colunas não se juntam
Nem jamais se separam
Amam-se um pelo outro
Como um fio que as une
E uma ligação que as envolve

Amam-se eternamente
Como duas árvores copadas
Distantes por troncos diferentes
Unidas – por raízes ligadas.
Pedro Ernesto Prosa e Verso
Enviado por Pedro Ernesto Prosa e Verso em 27/04/2006
Código do texto: T146157
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Pedro Ernesto Prosa e Verso
Fortaleza - Ceará - Brasil
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Pedro Ernesto Prosa e Verso

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