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DEPOIS DA MAÇÃ

Eu ressôo como o teu demônio
a tua serpente que você se encanta
e se deleita
E, quando o medo de amar deita em tua face,
onde há vala mais próxima,
eu deslizo e escôo feito água morna
fugindo, assim,
dos teus respingos e resmungos;
podando e evitando os teus espinhos

Um novo dia... (e eu bem sei da tua sede!)
...você volta em fúria
abre tua boca
para saborear-me e sorver-me
Eu bem sei da tua fúria!
E você volta
para acalmar o teu corpo
no leito do meu cálido rio.

D.V.
27/11/91

Copyright © 2005 - 2007 Dulce Valverde
All Rights Reserved
DULCE VALVERDE
Enviado por DULCE VALVERDE em 05/05/2006
Reeditado em 07/12/2007
Código do texto: T150966
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
DULCE VALVERDE
Estados Unidos, 46 anos
391 textos (10861 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 06/12/16 01:23)
DULCE VALVERDE