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A tragédia da lágrima

Chamo-me lágrima,
Sou filha da dor,
Moro em seus olhos,
Distante do amor

Um caminho a seguir,
Um destino traçado,
Deslizar por teu rosto,
E morrer nos teus lábios

E se a sorte ajudar,
Hei de convalescer,
E por mais um instante,
Ficar com você

Pois enquanto existi,
Quis tocar os seus lábios,
Hoje em fim, consegui!
E é aqui me acabo

Chego ao fim de uma vida,
Vida que não vivi,
Realizo meus sonhos!
Nada mais a seguir

Chamo-me lágrima,
Sou filha do amor,
Morri e vivi por teus lábios,
distante e constante na dor.
Wagner de Souza
Enviado por Wagner de Souza em 18/05/2006
Código do texto: T158245
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Sobre o autor
Wagner de Souza
Piracanjuba - Goiás - Brasil, 32 anos
20 textos (1397 leituras)
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Wagner de Souza