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Olha a minina ali


Olha ela ali
Sentada de cabeça baixa
Branquinha, a sandalinha ta no pé
Nossa moça, como te contemplo
Olha pra mim vai

Força motriz és tu do meu verso
Nem me viu, nem me quer
Essa saia na canela me bambeia
Passeando, passa tu, passa eu entre vós

Hoje minha admirada
Amanhã meu verso
Logo após açucarada melodia
E depois do sempre minha minininha

Do meu guri serias a progenitora
Dos guris dos meus guris a protetora
Nem é minha, e quisera eu que fosse
Encontra-me, to logo ali
Todo o tempo perto de ti

Me diz seu nome, fala pra mim
Mais dois olhinhos, dois de vidro
Uma bolsa e um brinquinho
Deixa queto deixa,vamos cortejar

Você sumiu, parece uma visão
Veloz, dando rasante, me chateia
Me Judia, me enche de inspiração
Não demora ta? Vem assim mesmo
Arrasta esse pé e não me diz não

Toco praquela que olha pra mim
Acordo praquela que fala pra mim
Penso naquela que deseja pra mim
Por você tudo faço, farei sem pensar
Sem mentir nem cair faça algo por mim

Antonio Leonardo Santos
Enviado por Antonio Leonardo Santos em 03/06/2006
Código do texto: T168831
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Sobre o autor
Antonio Leonardo Santos
Nova Iguaçu - Rio de Janeiro - Brasil, 32 anos
12 textos (929 leituras)
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