NO PRETO E BRANCO

NO PRETO E BRANCO.

OU NO BRANCO E PRETO.

PENSEI NO QUE VOCÊ

PENSARIA DE MIM.

OU QUEM SABE, O INVERSO.

O QUE PENSARIA EU DE VOCÊ.

MAS EGOÍSTA QUE SOU.

PENSEI NOS MEUS PENSAMENTOS.

E NÃO DEI LUGAR

EM PENSAR NOS SEUS.

PORQUE NO PRETO E BRANCO

OU NO BRANCO E PRETO

RACICIONEI:

“SÓ LOUCO, AMOU COMO EU AMEI.

SÓ LOUCO, QUIZ O BEM QUE EU QUIZ”

E A PERGUNTA NUNCA FEITA:

E A MÁGOA INFINDA?

E A DOR QUE MORRE O AMOR?

OU O AMOR QUE MORRE DE DOR?

E ENTÃO

NO PRETO E BRANCO

OU NO BRANCO E PRETO.

COMPREENDEMOS QUE ESTAMOS SÓS.

E NINGUÉM POR AMAR.

OU, NINGUÉM PARA NOS AMAR.

E TEMOS ENTÃO A CERTEZA

QUE NO PRETO E BRANCO

OU NO BRANCO E PRETO.

A VIDA SÓ VALE A PENA

VIVER PLENAMENTE

QUANDO O AMOR É CORRESPONDIDO.

ROMÃO MIRANDA VIDAL
Enviado por ROMÃO MIRANDA VIDAL em 16/07/2009
Código do texto: T1703118