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Ela chegou com o sorriso dela e ensinou-me o meu
E eu que não sabia que tinha sorriso fiquei encantado
Fui sorrindo pra ela, pra Deus e pro mundo, sempre
No sorriso dela vi uma vida diferente, cheia de flores
Uma vida que não atropela e chegando suave sorri
Uma vida que se dá e não cobra, de gorjeta dá alegria
Meu assunto tão repetido, ganhou dignidade
Debutei na Prosa e fui indo feliz à Poesia
Ela olhava encantada, um homem inteiro que parira

Sem crueldade, matou o meu jeito de amar sem saber
Amor de verdade é emoção bem dosada cabeça/coração
É assim como enterrar o prego com a cabeça na frente
Sem cabeça não tem penetração...
Cabeça e tronco é o membro, cúmplice da alma e da ternura
Disse Ela que é pra beijar, antes e depois
A boca vem úmida e o néctar de uma serve aos dois
Ver também o bem-bem, é fita cristalizada na mente
Os dois quando distantes, e só passar o filme que dá pra amar
Não se trata de economia pública e nem geral, ou aquela comum
E a economia funcionando no amor, consumindo agora
E tendo pra depois, sempre, gozo juntos ou na distância,
Amém

 

Evaldo da Veiga
 


 

Evaldo da Veiga
Enviado por Evaldo da Veiga em 29/07/2006
Reeditado em 20/12/2011
Código do texto: T204656

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Sobre o autor
Evaldo da Veiga
Niterói - Rio de Janeiro - Brasil, 73 anos
952 textos (313617 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 09/12/16 02:03)
Evaldo da Veiga