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O Corpo Que Me Deste


Como olvidar Tuas maravilhas
Se infindáveis são Tuas realizações,
Como o puro ar que infla nossos pulmões
E o sol que nos aquece e brilha.

Há o orvalho que a relva refrigera;
A chuva que rejuvenesce os rios;
O abrigo silvestre que afasta o frio
E o sono que as energias fortalece;

O dia, para as tarefas laborar;
Os sonhos, para embalarem as fantasias;
A lua, para ninar as maresias;
A noite, para o corpo descansar;

O corpo morno da companheira
Para aquecer e solidificar nossas lágrimas;
O beijo cálido, para abafar nossa dor
E ... E a tesura para fomentar o amor...
Robério Matos
Enviado por Robério Matos em 28/10/2006
Reeditado em 29/10/2006
Código do texto: T276193

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Sobre o autor
Robério Matos
Natal - Rio Grande do Norte - Brasil, 64 anos
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Robério Matos