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Eterna procura

Qual o gume do punhal
Sua palavra foi fatal
Para aniquilar meu coração
Numa sangria incontida
Que abrevia minha vida
Jorra sangue solidão
Porém; nas lágrimas dsse pranto
Reabasteço e acalanto
Um amor quase loucura
Diga-me; sair agora pra onde
Pois; se dentro de mim te escondes
Tu és a doce tortura
Que no fundo do peito guardo
Um amor já moribundo
Resumindo; meu grande defeito
É minha eterna procura.
Tinão
Enviado por Tinão em 03/11/2006
Código do texto: T280795
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Sobre o autor
Tinão
Santo André - São Paulo - Brasil, 67 anos
11 textos (302 leituras)
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