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Eu amo mas...


A cada raiar do dia, e cada anoitecer vivo um calvário pessoal, um sofrimento mútuo, uma agonia que sufoca na garganta, e mal me deixa falar, eu me sinto como se estivesse em um deserto, sozinho, sem ninguém para conversar, desabafar, poder expressar o que sinto dentro de mim. A solidão se tornou a minha, mas fiel companheira, o amor parece que já não existe, mas, porém, não faz sentido, porque nunca deixei de amar.
 
Não entendo porque me sinto tão longe, de alguém que está tão perto, falar com alguém que parece não me ouvir, não estar ali, alguém que parece não querer saber de mim... Por isso choro, choro sim, lágrimas que vêm da alma, do, mas profundo do meu ser.

Sinto-me o pior de todas as espécies, um algo desvalorizado, o chão que todos pisam, talvez possa estar exagerando eu sei, mas tudo isso é verdade.

Eu ainda não morri, nem o meu amor, mas a minha vida sim, morreu e perdeu todo o seu valor, todo ser humano nasceu para amar e ser feliz, mas eu nasci para amar e ser triste.
Peterson Gonçalves
Enviado por Peterson Gonçalves em 12/11/2006
Código do texto: T289579
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Sobre o autor
Peterson Gonçalves
Niterói - Rio de Janeiro - Brasil, 31 anos
9 textos (1008 leituras)
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