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A TEUS PÉS


Perdoa por te amar desse jeito,
Dessa tão louca maneira que chamo eu de amor.

Perdoa por ser eu,
Perdoa por ser assim.

Nunca quis te magoar
Nem me fazer de vitima,
Mas confesso, me sinto um pouco vitima de tudo isso.

Venho fugindo, escondendo paixões,
Fingindo razões pra não te amar.

Perdoa meu estar, minha postura
De errante cavalheiro nessa tênue estrada.

Perdoa minhas atitudes de leigo no amor,
Pois acredite isto não sou.

Sou eu criatura dele (o amor)
Que me fez em “noute” inspirada,
Acho que especialmente pra te falar,
Escrever estas sandices de amor.

Perdoa o meu recato quanto a nós,
Pois há algo em mim que me traga para longe de ti,
Mas irei lutar bravamente contra essa profilaxia de te amar.

Perdoa por não ter a perícia, a destreza
De te fazer feliz como realmente merece.
Perdoa por manter-me imanente a você
E às vezes tornar-me algoz dessa paixão.

Perdoa-me agora, a teus pés
No negrume desta noite
Todos os danos que causei.

Perdoa minha incerteza,
Pois minha incerteza é a única certeza de te amar

(10/2002)
Rodrigo Messias Cordeiro
Enviado por Rodrigo Messias Cordeiro em 17/11/2006
Código do texto: T293542

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Sobre o autor
Rodrigo Messias Cordeiro
Feira de Santana - Bahia - Brasil, 33 anos
276 textos (13646 leituras)
9 áudios (1184 audições)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 03/12/16 05:06)
Rodrigo Messias Cordeiro