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Anjo noturno.

Anjo que me atormenta, onde te escondes que não a encontro?
Traga-me a paz que em teus olhos senti, não fujas.
Procuro e não a vejo, só tua voz ouço na noite longa que enfrento,
A tua espera sem desanimar.
A doce luz divinal que vem logo ao amanhecer traz junto de mim o desespero,
Que farei até a noite chegar?
Meu anjo não tarde a voltar, pois pior que a loucura de não te amar.
É a solidão do dia a te esperar
Mateus Cunha
Enviado por Mateus Cunha em 23/11/2006
Código do texto: T298755
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Sobre o autor
Mateus Cunha
Ribeirão Preto - São Paulo - Brasil
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Mateus Cunha