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FORCA

Fonte de desejos e mau
cálice de tristeza e prazer
juízo vendido a pena capital
submisso ao arbítrio do teu poder


Condenado a forca, na árvore que seca por capricho e desprezo,
pende-se corpo sem vida, morto de desejo, que em seus últimos momentos
se percebe confinado ao sentimento
que  um dia tive ,hoje,lamento.


Origem do mau que criei, do mau  que deixei é minha sentença.
De tantas formas mudei, pensei e tentei, mas o fato é que meu crime não

compensa,
pois  vago nas sombras  que seguem seus passos, no perfume que o vento

dispersa.
De nada adianta essa tarefa pois não percebe que aquilo que te cerca

surgiu de uma corda pendida um corpo sem vida e uma árvore que seca

Luiz Alexandre Baptista
Luiz Alexandre Baptista
Enviado por Luiz Alexandre Baptista em 08/07/2005
Código do texto: T32294
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Sobre o autor
Luiz Alexandre Baptista
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 43 anos
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