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Os deuses dançavam de alegria

A roda do tempo girou, girou
e os planos feitos desmanchou
Ah, quem faz os planos é mesmo a vida, poderosa
Mas um duende matreiro driblou o destino traçado
e a mágica presença fez surgir.

Na terra abriu-se um céu azul inominável
o sol brincou de esconde-esconde com as nuvens
Os sinos badalaram, todos de uma só vez
Os anjos entoaram cantos infinitos
O coração viu chegar a imagem própria da paixão
E a sintonia foi uníssona...

A energia fluiu, refletiu
e um novo caminho se desenhou
sendo abençoado por todos os santos

A luz do olhar roubou o brilho das estrelas
transformando-se num feixe de emoções
O sorriso foi perpetuado na alma
A espontaneidade liberou-se num redemoinho de cores
e um arco-íris infinito invadiu a aura...

O ser finalmente percebeu que o mundo era só dele
e voou leve por entre os sonhos, enlouquecido
Distraído, deixou o amor chegar

Na noite, os deuses dançavam de alegria.
Beth Muniz
Enviado por Beth Muniz em 02/08/2005
Reeditado em 02/08/2005
Código do texto: T39795

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Sobre a autora
Beth Muniz
Nova Friburgo - Rio de Janeiro - Brasil, 55 anos
20 textos (1764 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 02/12/16 18:05)
Beth Muniz