A minha Noiva

O veludo de sua voz minha etapa de terna, sedução!

Preenche meus ouvidos para dizer-te em gratidão:

Que és minha virgem imaculada de olhos violados.

E peço que escuta, Senhorita, que gostaria de esposarte,

E como na Revolução Francesa gritar o meu Amor...

Para Amigos, cidadãos, que ouçam-me! Que Amor não tem limites!

Predem-me se for pecado, mais minha voz, meus gritos nunca,

Neste mundo verão grilhões, virão açoites, mas sim liberdade...

De proclamar a pessoa amada todo o amor que meu peito soluça,

E nem espadas, escudos, ou arcos poderam, impedir meu gesto de amor,

Desarma-se uma armada, e a minha melodia então, encanta todos,

E numa só voz, velodiosa, carismática e baritona, e canto altivo...

Vejo que em Sevilha o amor é cantado, e na Tosaca será consumado!

Ahh Itália querida que amo muito, mas não mais, não mais...

Que a Noiva cujos meus pés se ajoelham para pedi-la em matrimônio,

Humildimente, e que compartilhe em uma vida a dois,

Meus defeitos, qualidades e afetos, que serão seu acalanto da manhã,

E na despedida beijos... beijos de boa noite, que só ela saberá,

No segredo dos nossos braços, e na fortaleza dos nossos abraços !

ROGERIO WANDERLEY GUASTI
Enviado por ROGERIO WANDERLEY GUASTI em 17/12/2012
Reeditado em 23/02/2017
Código do texto: T4040575
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