ÊNFASES INDOMÁVEIS

Sou por esse intemerato olhar cativo

Pródigo em instigar minhas vontades

Pelo acolhimento me dado á mancheia

Desde o princípio de tuas reminiscências

Ao se mostraram em ênfases indomáveis

Aventadas pelos primórdios de nosso “eu”

Sem conotações teóricas ou empíricas

Sem pungentes aliterações intermitentes

Nem nos periclitantes momentos vazios

Somos aquilo que temos em nosso interior

Aquilo que irradiamos ao nosso derredor

Pelos flutuantes sonhos em ti conectados

Alados pelos interstícios por si consoantes

Nos céus que nossos infernos margeiam

Nos leitos dos longos rios de nossos anseios

Nos mares revoltos de nossas abstrações

Nas cálidas águas desse impávido oceano

Percorro as paisagens de tua natureza

Tento desvendar a origem de tua beleza

Intrinsecamente ligada a minha felicidade

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Leilson Leão
Enviado por Leilson Leão em 15/01/2013
Código do texto: T4086429
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