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TÃO LONGE... TÃO PERTO...

Grito calado sufocando meu peito
diz todas as palavras tentando fazer
o que não pode ser feito
Dor que me consome
que sangra e ninguém vê
punhais ferindo-me a alma
cada vez que penso em você
Cada palavra que não falo
é um grito que eu calo
num desejo louco de ser ouvida
grito sufocado, sofrido
quase um gemido
Cada olhar que eu desvio
olha dentro de mim e chora
de tanto ver lá dentro
quem de lá não vai embora
Vive dentro de mim
é minha vida, minha morte
este amor tão grande que não pode ser
é meu destino, minha sorte
Amor calado
feito de ausência e solidão
amor impossível, que me enlouquece
mas é minha única razão
Razão do meu silêncio, da minha dor
do meu sonho acordado que só sonha o amor
dos meus dias frios que em vão esperam
um dia sentir o seu calor
Amor que do mundo se esconde
que grita silencioso a este mundo que não responde
que tudo suporta e nada mais importa
simplesmente sofre e ama
e só, no seu silêncio
insistentemente
por seu nome chama

Célia Jardim






Célia Jardim
Enviado por Célia Jardim em 06/08/2005
Reeditado em 16/12/2007
Código do texto: T40873

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Sobre a autora
Célia Jardim
Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil
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Célia Jardim