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Etérea

Amar,
em toda ilusão e nenhuma forma
no esquecimento da matéria morna
um simples lançamento da Alma ao mar.

Uma tormenta azul
que cega olhos vivos,
são vasos d'água que apagam sisos
são ventos quentes,ventos do sul.

Ah,velha dúvida.
Gostaria de escrever
que não te perdi nas entrelinhas do saber,
mas como dizer a verdade e te deixar a face úmida?

Não te esqueci por vontade,
pois,como se pode querer esquecer o ceú?
Fui procurá-la assim como quem procura piedade
na solidão das letras que cantam mas não têm mel.

Fui ter meu pranto escondido,
quieto nas sombras fui ser vago
assim por entre os seres desiludido
cuidei ser calado em mim e no espaço.

Mas não sou de todo amargo,
cada vez que suspiro sois vós quem respirais
sou abstrato pois não tenho fardo
se em mim não existo,tu me avivas.
ralv
Enviado por ralv em 25/09/2005
Reeditado em 23/04/2006
Código do texto: T53739
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Sobre o autor
ralv
Patos de Minas - Minas Gerais - Brasil, 28 anos
26 textos (1345 leituras)
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ralv