AMAR
 
Mesmo depois, que tua lembrança o tempo apagar.
Meu sofrer não cessará.
Pois, o vazio de tua ausência persistirá.
Fui a brisa morna que teu corpo envolveu.
Sou a lembrança ardente que queima teu ventre.
O grito de saudades que dilacera teu peito.
O desejo incontido de nossas almas vazias
Sou, enfim, o amor eterno que você deixou.
Te espero morrendo a cada instante.
E morrendo, sigo a te amar.
 
 
 
Claudio De Almeida
Enviado por Claudio De Almeida em 06/11/2016
Código do texto: T5815091
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