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AMOR DE SEMPRE

Desde um passado longínquo, desbotado,
Como quase que sumido numa foto antiga,
Até um presente de encontros acabados
Jamais esqueço o Amor da minha vida.

Por que contestas o que afirmo neste verso?
Na vida podemos ter muitos amores
Porque existem amores e amores
E entre todos eles o primeiro é eterno.

Pode ser que alguém assim não o considere.
Pra mim, contudo, esta emoção é verdadeira.
Por isso mora em mim esta emoção antiga
Não esquecendo o primeiro Amor da minha vida.

Posso ter amado outras mulheres nesta vida.
Isto não curou o registro inconsciente
De ter por toda vida bem presente
A quem Amei primeiro em minha vida.

O destino não quis que se cumprisse
O que sonhei algum tempo em minha vida.
E por isto reafirmo o que disse:
Jamais esqueço o Amor da minha vida.

Sei que não posso te dar o que almejas.
Ninguém merece uma situação ambígua.
Para ser e não ser aquilo que desejas.
Tenho que te ver apenas como amiga.

Sei que não podemos viver uma utopia.
Vivemos algum tempo uma ilusão
Por isto não tiro tua razão
Considerar minha afirmação uma fantasia.

Contudo, creias ou não, eu te afirmo.
Mesmo sem poder me completar contigo.
Quer nesta vida, ou se existe uma outra vida.
Foste e serás o Grande Amor da minha vida.


29/04/2004
Tadeu Costa
Enviado por Tadeu Costa em 10/10/2005
Código do texto: T58573
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Tadeu Costa
Recife - Pernambuco - Brasil, 73 anos
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2 e-livros (226 leituras)
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