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À mulher que se honra

Profundezas expostas
Exaltadas pela minha dilecção por ti,
Ao querer-te muito endeusar
No meu denodo falto,
Cheio de poesia triste, e talentos desfeitos.

Acerbos doces, de poemas eleitos
Galardoados pela tua comparecência em mim
Sendo que te quero muito acima de nós!
Através dos tempos, e das gestas,
Das dores e das punições,
Como gáudio às nossas glórias…

Quero, no desejo dos factos imergir
Por entre as palavras que te dou,
Adivinhando a minha imagem reflexa nos teus olhos,
Luzentes aos rumos dos momentos
Valiosos por sermos um!

Saber sentir, é escassa certeza,
Que ao emergir por entre a nossa coragem
Vê, e escuta o vento à sua passagem,
Cantando cada momento, raiando sem desalento,
O amor, que muito mesmo, nos assomou...

E escrevi, só para ti,
E como escrevi…escrevi…

De rosto transcrito,
Aceita este aceno em brisa
Porquanto hoje te quero legar,
Um trecho de mim,
No hoje por ser diferente,
No hoje porque estás aqui.

E cada dia é um dia escolhido
Porque cada um que cessa
Não reclama ser elogiado…

À honra,
E à mulher,
Exalto a simplicidade
Por ser feliz…
Teófilo Velho
Enviado por Teófilo Velho em 29/08/2007
Código do texto: T628540

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Sobre o autor
Teófilo Velho
Portugal, 54 anos
20 textos (435 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 23/10/17 11:32)