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Solidão ao amanhecer


Como que eu posso evitar te amar, se até as árvores vê pelos teus olhos.
Chuva que cai do céu como lágrimas de solidão. Que escorrem pelo meu rosto com solitária emoção.
Eu queria poder mergulhar nos meus sonhos, só para poder te abraçar. E deixar de pensar que o meu amor nunca me amou. Como poderei dizer que senti o mundo nascer, quando você me fez olhar a beleza da lua, se você não me vê?
Quantas lágrimas terão que cair dos meus cansados olhos, para você me perceber, e ver que no meio daquela multidão que ti chama sou a única que te ama?
Quantas folhas secas vão cair só para você perceber que só basta você me olhar para eu voltar a sorrir?
Como eu posso me contentar com apenas um olhar? Talvez se você me amasse como eu amo a ti, você saberia o que é este sofrer.
 Que solidão de mundo vazio, que não se importa com o meu viver, se bem lá no fundo eu sempre vou te querer.
Chuva pare de cair, porque a dor que carrego, não irá partir. Como pode você inundar o meu ser com seu sorriso que embora longe seja de ti que preciso.
Se você ao menos você me visse saberia que eu só enxergo você, dentre a multidão que anoitece ao seu lado e que clareará nos seus quartos.
Sabendo que talvez amanhã você me veja, te amando em silêncio, e em cada brisa que te toca.

Talita Cruz
Enviado por Talita Cruz em 03/09/2007
Código do texto: T636789

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Sobre a autora
Talita Cruz
Caraguatatuba - São Paulo - Brasil, 32 anos
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Talita Cruz