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A amargura de amar


O que esta acontecendo comigo. O seu nome, não sai dos meus pensamentos, e a nossa música não para de tocar na minha memória, causando um anseio que só quem ama tem.
Os nossos momentos ficam vivos, a cada verso daquela música, o seu sorriso parece se reproduzindo ao espelho, das pupilas dos meus olhos.
Em minhas mãos sinto os teus cabelos, ao meu lado a tua presença se projeta, e o seu perfume me enlouquece mais uma vez.
O que tenho que fazer para ti ter aqui? O quanto ainda tenho que sofrer, só para poder ti rever mais uma vez? Só mais uma vez.
Como poderei me esquecer daquele brilho, que vejo quando olho teus olhos?
Como poderei ti dizer, o tamanho da tudo que sinto se nem ao menos posso ti ter?
O mundo me maltrata, me faz cruzar o caminho do coração, me tirando a alegria, de pelo menos poder ti ver ao meu lado.
As multidões me revelam a solidão que eu me causei. Traindo o meu ser, pela plena alegria de viver. E a fragilidade de me tornar mulher.
Que sofre ao amar, que se perder ao acordar pela manhã e ver o que o seu amado, foi para longe sem nem dizer “Adeus”.
Faz-me acreditar num conto que eu mesma construí. Sofrendo na alma o caminho que o destino me deu. Me levando a plena alegria de amargamente amar.
Talita Cruz
Enviado por Talita Cruz em 03/09/2007
Código do texto: T636791

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Sobre a autora
Talita Cruz
Caraguatatuba - São Paulo - Brasil, 32 anos
22 textos (876 leituras)
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Talita Cruz