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AINDA GOSTAMOS DE CAVALHEIROS




Por antiquado que pareça, ainda gostamos de cavalheiros,

Nós, mulheres, com afeto e toda a sinceridade,

Que os cavalos fiquem lá, nos seus celeiros,

E que os homens amem, sempre, de verdade... 




Sem pieguices, o sublime amor espera

Profundidade, além da dor nos ventos,

No próprio sonho, numa flor sincera

Que transpareça a cor de tantos sentimentos... 




E nesses sonhos lentos, sempre tão humanos,

O coração suplica a própria tempestade

De amores lídimos, em versos planos,

Assim, dispersos na paixão que invade

Pensamentos sós, leves ou insanos,

Nesse ardor em nós, em toda a humanidade... 




Sim, meu bem, o sentido que tu mesmo deres

Aos sonhos incautos que transbordarem em ti

Torna-se luz tão sublime, entre homens, mulheres,

No céu que conduz ao amor, bem aqui,

Ápice em versos que tu mesmo fizeres,

Chama de paz que te faça sorrir !




E nós, mulheres, apreciamos, com sinceridade,

O amor autêntico, afável, essencial,

Homens, aprendam a amar de verdade,

Vejam além da matéria, o sentimento real,

Vinícius de Morais, perdoe-me essa ingenuidade,

Mas a beleza só passa; o amor, sim, é fundamental.


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Juliana Silva Valis
Enviado por Juliana Silva Valis em 08/09/2007
Reeditado em 08/09/2007
Código do texto: T643276

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Sobre a autora
Juliana Silva Valis
Brasília - Distrito Federal - Brasil, 33 anos
3973 textos (883669 leituras)
4 e-livros (1863 leituras)
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Juliana Silva Valis