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Pequena Morte de Amor

Pulverizou-se no ar o nosso amor,
num fim de tarde quente de verão.
E eu fiquei ali, parado na praia,
estagnado numa fresta do tempo,
no cotovelo de outras dimensões.
E assim permaneci indefinidamente
[o tempo parara!]
Congelado na imaterialidade.
Olhava para as pessoas, o mar,
para as árvores, os animais
Eles continuavam estáticos...
Só eu fluía entre tudo e todos!
Repentinamente fez-se a luz!
Uma luz muito forte, azulada.
Um longo silvo nos ouvidos,
Voz portentosa, meia volta
Estava vivo outra vez.
Só que...Agora,
desejava um amor eterno!
Mallmith
Enviado por Mallmith em 14/09/2007
Código do texto: T651638
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Mallmith
Porto Alegre - Rio Grande do Sul - Brasil, 59 anos
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3 e-livros (185 leituras)
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Mallmith