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En algún momento nuestra historia se nos fue…Em algum momento nossa história se nos foi…


En algún momento nuestra historia se nos fue…

El amor lloró en mis mejillas por primera vez.

¿Me pregunto si sentirás lo mismo que ayer?

Te perdí aun sin tenerte…

Cuando apenas tus labios acariciaban mi frente.

Quisiera escribirte que aun te siento todavía…,

pero el viento arrebató sin perdón los instantes sublimes que vivimos los dos,

donde mis mañanas grises las pintaste de color,

y en mi alma escribiste un bello soneto de amor.

Hoy tus recuerdos subrayaron mis versos con dolor,

entre líneas del silencio oprimen mis sentimientos.

El romántico atavío donde se daban citas nuestros cuerpos.

Las ilusiones arremolinadas en mi pecho.

Los turbulentos destellos de un beso.

Nuestras vivencias grabadas en las paredes imaginarias del firmamento,

y es que estaba segura que vencería el funesto equivoco que rasgó nuestro idilio.

Sumergida en el presagio de mis sueños rotos

se familiariza con mi cuerpo la tristeza,

mientras mi alma agoniza por tu ausencia,

solo se escucha una lánguida canción

y mis lágrimas descalzas corren incontrolables por mis pestañas,

Llueve ausente la mañana,

el frío en mi lecho abofetean las heridas de mis besos,

ya no canta el viento

y la luna se bebió todos mis sueños.

Quisiera ordenarle al tiempo que venga con su calida voz a calmar mis miedos

por que aunque vengan mil amores tú en mí seguirás viviendo.

© Noris Roberts

Em algum momento nossa história se nos foi…

O amor chorou em minhas bochechas pela primeira vez.

Me pergunto se sentirás o mesmo que ontem?

Perdi-te ainda sem ter-te…

Quando mal teus lábios acariciavam minha frente.

Quisesse escrever-te que ainda te sento ainda…,

mas o vento arrebatou sem perdão os instantes sublimes que vivemos os dois,

onde minhas manhãs cinzas as pintaste de cor,

e em minha alma escreveste um belo soneto de amor.

Hoje tuas recordações sublin haram meus versos com dor,

entre linhas do silêncio oprimem meus sentimentos.

O romântico atavio onde se davam citações nossos corpos.

As ilusões arremolinadas em meu peito.

Os turbulentos reflexos de um beijo.

Nossas vivências gravadas nas paredes imaginárias do firmamento,

e é que estava segura que venceria o funesto equivoco que rasgou nosso idilio.

Submergida no presságio de meus sonhos rompidos

familiariza-se com meu corpo a tristeza,

enquanto minha alma agoniza por tua ausência,

só se escuta uma lánguida canção

e minhas lágrimas descalças correm incontroláveis por minhas pestanas,

Chove ausente a manhã,

o frio em meu leito abofetean as feridas de meus beijos,

já não canta o vento e a lua se bebeu todos meus sonhos.

Quisesse ordenar-lhe ao mesmo tempo

em que vinga com seu calida voz a acalmar meus medos

por que ainda que vingam mil amores tu em mim seguirás vivendo

©Noris Roberts

Noris Roberts
Enviado por Noris Roberts em 16/09/2007
Código do texto: T655234
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Sobre a autora
Noris Roberts
Venezuela, 49 anos
135 textos (2625 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 20/08/17 18:42)
Noris Roberts