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Minha Liberdade, Minha Sentença

Quarto vazio
um eco de solidão,
Olhos estáticos
despidos pela ilusão.

Mortas pelo passado,
embalçamados pelo silêncio
Noites agonizando no tempo
unindo medo e sofrimento

Tanto sofrer,
reflexo turvo de um amor
Indiferença ao viver.

Tudo nas mãos
mesmo valor do nada,
encenando no coração
desejos de tua morada

Embebedo-me do fel,
saliva envenenada.
Teu veneno
repousa em mim...
Ultrajando qualquer sentimento
indiferente a tua crença
Te ter, minha liberdade, minha sentença.
Débora Castro
Enviado por Débora Castro em 18/09/2007
Reeditado em 01/10/2007
Código do texto: T658075
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre a autora
Débora Castro
Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil, 31 anos
114 textos (5631 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 20/08/17 09:16)
Débora Castro