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FORASTEIRA

Forasteira,
Que cavalgas por terras sombrias
Inférteis...de amor...
A indiferença
Em teu olhar
É o espelho
De tua alma.

Forasteira,
Que de longe viestes,
Onde tuas lágrimas
Não tocam mais teu coração
Seja pela desilusão, de amar,
Seja pela escuridão,
De teu caminhar,

Forasteira,
Que fugistes, de terras longínquas,
Onde teu amor, não aflora mais,
Acabrunhada está,
Por esta estrada, que resolveste trilhar,
Sem ao menos, uma estrela a lhe guiar.

Forasteira,
Diga-me? O que esperar do futuro?
Se não compreendes, que para amar,
Não é preciso mudar de lugar,
Pois o luar é um só,
Independente de onde vá,
Não é preciso se perder de amor,
Mas sim, de amor se perder.
Geison Adriano do Nascimento
Enviado por Geison Adriano do Nascimento em 20/09/2007
Código do texto: T660403
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Sobre o autor
Geison Adriano do Nascimento
São Paulo - São Paulo - Brasil, 32 anos
22 textos (1460 leituras)
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Geison Adriano do Nascimento