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Meu Sacrifício

O jardim de minha vida, já não há mais vida!

E nem alegria, muito menos esperança.

As flores, que um dia desabrochavam nele, secaram para a vida.

Estão mortas, pois você as cultivava, com amor e carinho.

Com sua ausência, tentei em vão manter-las vivas, fecho os olhos, para não ver passar o tempo, sinto falta de você, e sem você eu não sei viver.

Sinto que morro aos poucos, pois o carinho era o alimento da semente, que você, plantou dentro de meu coração.

Já não corro mais pelos seus sentimentos, dos quais eram abundantes, os termos carinhosos e elogios, que eu sorvia com o perfume das flores.

Para minha alegria, e o cultivo de meu amor, o que fiz?

A ponto de secar este amor, se és minha culpa, eu próprio me auto castigarei.

Para que possas sentir, em meu próprio corpo, a dor que te causei, derrubarei meu sangue, em pró de nosso amor.

Sacrificar-me-ei, para que num futuro próximo, não venhas a errar novamente com você, te causando tanta dor e sofrimento.

Olharei para as marcas, em meu corpo, feitas com as minhas próprias mãos,
e saberei que cada urro que saiu de minhas entranhas, não foi e vão.

E sempre lembrarei de meu martírio por nosso amor.

Perdoe-me, mas fiz tudo isto por amor, amor a ti.


POETA do MAR
Enviado por POETA do MAR em 02/10/2007
Código do texto: T677106

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Sobre o autor
POETA do MAR
Porto Ferreira - São Paulo - Brasil
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POETA do MAR