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Eles não sabem de nada

Não procuro mais nada.
Definitivamente, eu já encontrei.
Todos dizem que perdi o juízo.
"Como achastes o que não estava perdido?", alguns indagam.
"És ladrão", outros concluem.
Não. Apenas encontrei o que sempre me pertenceu.
Ele estava escondido, excluso, invisível.
Mas creiam ele é meu.
Meu porque eu sempre acreditei.
Meu porque eu sempre o tive.
E teu. Pois ele será para sempre tua propriedade particular.
Sou louco, sim!
E garanto sem hesitações.
Pois se ser feliz significa ser louco.
Morro louco de amor por você!
Outros dias conversei com as estrelas.
Elas me sussurravam.
"Agora, sim", disseram-me, "perdeste o senso de vez".
Ah, que tolos e inexperientes.
Certamente, nunca amaram.
Pois só quem ama pode ouvir a voz das estrelas.
Cabreira
Enviado por Cabreira em 09/10/2007
Código do texto: T687246
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Sobre o autor
Cabreira
Engenheiro Coelho - São Paulo - Brasil, 32 anos
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