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confuso

como se fez esse céu de um estante?
se me fizeram crer que se houvesse um pensamento meu  em ti
todo esse céu sem penar se rasgaria como um vel escanifrado, irrelevante
mas como não se fez então
uma promessa, pois nos meus dessinteresados pensamentos
quem reina é tua alma, pequena
de forma então, um leigo me passo a ser
se não tenho mais certezas de palavras que me vem prometer
porque não mais posso me dar o luxo de confiar
se me enganam com essas secas palavras
se até hoje sobre nossas cabeças
vem se fazer esse céu,
mas minha raiva ainda não se passa nesse lado da conversa
e sim  no que voce nunca para de querer
querer ser de todo saber
e que nos faz de longe  se vêr, pois  não encontras aqui o que prescisa
e essa distância me parece ser um abrigo da chuva  que nai caí
e esse teu querer me parece ser o que vai desfazer
oque até este, nunca se viu acontecer
mas me contento ainda com promesas
palavras e certezas de que o desgosto será
todo o gume que me sequestrará de uma feliz alma
e que nem o saber e nem obsceção nos empurrará um anti o outro
sei que somos ainda muito mais diferentes que o contrario mas
sei tambem que você termina uma frase minha
e que sou eu que me faço de se sorriso
Borel
Enviado por Borel em 10/10/2007
Código do texto: T688488

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Sobre o autor
Borel
Ipatinga - Minas Gerais - Brasil, 28 anos
3 textos (72 leituras)
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Borel