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Arrullada en el cierzo de la alborada----Arrulhada no cierzo da alborada

Arrullada en el cierzo de la alborada la lujuria, el sexo concurren mi cuerpo,
odas musita el viento prodigándome mágicos momentos.

Déjame sentir el sayón de tus besos dibujando mis labios con tu aliento
...y en la vigilia sorda del silencio hacer de tu besos frases de afecto.

Déjame mirar la luciérnaga de tus ojos negros que hoy me deshago por ellos
… y es que se me adentra tu mirada con insinuación ensortijada.

Descifra las claves de mi cuerpo, hazme sentir un poema arrogante entre tus dedos sin posesión ni cordura desgranando mi piel de luna hasta pasearte en mi cintura,que de tu cuerpo haré trenzados de locuras y al ritmo de tus caderas, con avidez gime mis fronteras,
… y te iras en el ocaso, manchando de vino las sábanas blancas en mi regazo.

© Noris Roberts

Arrulhada no cierzo da alborada a luxúria, o sexo coincidem meu corpo,

odes musita o vento esbanjando-me mágicos momentos.

Deixa-me sentir o sayón de teus beijos desenhando meus lábios com teu alento

...e na vigília surda do silêncio fazer de teu beijos frases de afeto.

Deixa-me olhar o vagalume de teus olhos negros que hoje me desfaço por eles

… e é que se me adentra tua mirada com insinuação ensortijada.

Decifra as claves de meu corpo,

faz-me sentir um poema arrogante entre teus dedos sem posse nem sensatez desgranando minha pele de lua até passear-te em minha cintura,

que de teu corpo farei trenzados de loucuras

e ao ritmo de teus quadris, com avidez geme minhas fronteiras,

… e te iras no ocaso, manchando de vinho os lençóis brancos em meu regaço.

©Noris Roberts
Noris Roberts
Enviado por Noris Roberts em 11/10/2007
Código do texto: T690535
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Sobre a autora
Noris Roberts
Venezuela, 49 anos
135 textos (2625 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 20/10/17 04:02)
Noris Roberts