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Dor Pungente

Dor Pungente


Que sabor doce e amargo me deixas ...talvez como tua alegria e tristeza...

Quem sabe! Ambas dividindo o mesmo espaço...o mesmo tempo...

Que cansaço! Impotente...atado...resignado...deixo de lado!

pior que rasgar papel colado....é tirar a pele do próprio corpo...carne viva

...pedaços que não se soltam...

Certa vez...num tempo não muito distante...sentia uma dor dilacerante! Quando todo o meu ser

pedia e sentia a vida pulsante tive que, não obstante, abrir mão de amor pungente, já que dentro

em mim sentia o mal que causaria se adiante fosse...

O Amor mostrou-me que esse amor não poderia...e que o melhor seria libertá-lo ao raiar do

dia...!

Contorci-me...urrei e rolei pelo chão...senti rasgar-me a alma e esvanecer meu coração...

cansado e dolorido meu espírito então elevou-se a Deus em profunda oração: - Se assim

deve ser assim será, e o farei com devoção, prometa-me somente proteção  permanente

para esse amor-paixão, que tirou-me do limbo mas que assim proibido impediu-me o destino

tomá-lo em minhas mãos!

Aprendi desde essa ocasião a desapegar-me dos sentimentos, pessoas e quaisquer situação.

Pois que fala mais alto a voz de Deus nesse pequeno coração, que nasceu tão somente para

serví-lo e cumprir sua missão.

                             
Eliete Madureira
Enviado por Eliete Madureira em 14/10/2007
Reeditado em 14/10/2007
Código do texto: T693404

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Sobre a autora
Eliete Madureira
Uberlândia - Minas Gerais - Brasil, 57 anos
15 textos (684 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 22/10/17 11:53)
Eliete Madureira