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Seio da Alma

Seio da alma


O som da brisa do mar
Afagou minha existência
E a vida se fez canção.
E lúgubre a melodia ecoou
Dentro de mim,
Trazendo-me as feridas,
Difíceis de cicatrizar...

Tentei polir a minha alma
Quando a canção terminou
E o amor se foi...
A vida voltou para o real,
A solidão fez parte do consumo da dor.

Retrato talvez de uma recordação,
Busca por um remédio inútil,
Sonho adormecido
Resguarda as franquezas e incertezas.

Dominei-me pela fantasia
Durante anos,
A fé de alto deísmo clamou pela
 libertação
E entre dores o novo
Se estabeleceu com os meus devaneios.

Sobrevivi e
De nada me valeria senão as palavras,
Como o nascer do sol a cada manhã,
E uma viagem eterna pelos mistérios
E injustiças da vida...
Diante de tantas incógnitas
Acordei para a minha
Auto realização.

Tatiana Deiró
Tatiana Deiró
Enviado por Tatiana Deiró em 14/10/2007
Código do texto: T693507

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Sobre a autora
Tatiana Deiró
Salvador - Bahia - Brasil, 37 anos
21 textos (756 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 23/10/17 20:44)
Tatiana Deiró