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CANTADA II


CANTADA II

Tu és tão divina senhorita
Vives tão nobremente vestida
Tens nos cabelos laços de fitas
Mas preferia vê-la despida

Sabes ruborizada ficas mais bela
Tua timidez cause-me delírios
Ouço sinos e não há capela
Vês meu corpo frio, tantos arrepios?

Não fujas, aperta-me forte agora
Estou enfermo amor, vais embora?
Tenho tanta febre posso até padecer

Fica comigo, estou flagelado
(conversa de poeta) estou gelado
Entrega-te assim vou sobreviver!
Tânia Mara Camargo
Enviado por Tânia Mara Camargo em 29/10/2007
Código do texto: T715103
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Sobre a autora
Tânia Mara Camargo
Jundiaí - São Paulo - Brasil, 60 anos
508 textos (17503 leituras)
7 áudios (413 audições)
1 e-livros (32 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 17/08/17 18:37)
Tânia Mara Camargo