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Infinitamente Como o Mar

Vou dizer sem medo nenhum
Que todo amor que se ama vale à pena
Alma pequena sequer consegue sentir amor
E direi ainda que qualquer despedida
Pode ser desculpa para o que não se consegue ser
Para quem, em não sabendo amar, se enganou,
Perdeu-se, e por medo deixou passar.
E confesso de modo expresso,
Que nenhum carinho dado foi em vão...
Mesmo na frieza de então, e ainda assim,
Mil vezes prefiro ser doador de mim.
Porque quem doa pode falar em abundância
E mais vale viver transbordante de querer
De desejo de amar, de inteireza de ser,
Do que se fazer mesquinho,
Solitário por escolha e triste por vocação.
Vale mais viver um instante pleno
Ter um coração sereno como pouso.
Sentir a plenitude de que se é capaz
Amar infinitamente como o mar
Amar nunca é demais!
www.joselmavasconcelos.blogspot.com
Joselma de Vasconcelos Mendes
Enviado por Joselma de Vasconcelos Mendes em 30/11/2007
Reeditado em 30/11/2007
Código do texto: T759543
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Sobre a autora
Joselma de Vasconcelos Mendes
Serra - Espírito Santo - Brasil, 58 anos
404 textos (22010 leituras)
7 áudios (779 audições)
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Joselma de Vasconcelos Mendes