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Madrugada submersa,ela existe.


Escorre a humidade matutina,
Traçando desenhos e letras de dor,
Na folha transparente da vitrina.
Por onde teus dedos já foram Amor.

E eu vejo meu olhar triste reflectido,
Mas distorcido como folhas caídas.
E quiçá como dejá vú repetido.
Apoderam-se de mim lágrimas traídas.

E eu quero gritar, mas a névoa não deixa.
Minhas palavras não atravessam o dia.
Esta madrugada submersa, ela existe.

Meu coração chora, por fora se queixa.
Eu solto bramidos, AI, teu corpo que tanto queria.
(Como esta manha deixa-me triste!)

Poeta Perdido

27/ 11/ 2007

Poeta Perdido
Enviado por Poeta Perdido em 30/11/2007
Código do texto: T759849

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Sobre o autor
Poeta Perdido
Portugal, 37 anos
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