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Olhos Raros

Olhar castanho que me comove
Será que existe de verdade?
Ou insiste em me olhar
Para que eu aos poucos te prove?

Quero ser a lágrima contida
Da alegria que te fascinará.
Quero ser a vermelhidão das bochechas
De tua pele linda, que sempre encantará.
 
Seja a escultura da minha vida
Não finja, não parta
Escreva sobre a dor e alegria
Desta vida torta e inexata

Haja o que houver, eu quero seguir
A luz que teus olhos produzem
E incontestavelmente eu vou andar
Sentir e morar nesses olhos raros
Que me descobrem e insisto em gostar.

Linda garota dos olhos raros,
Nunca deixe de me olhar.
Pablo Emílio de Mattos
Enviado por Pablo Emílio de Mattos em 06/12/2007
Código do texto: T766675

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Sobre o autor
Pablo Emílio de Mattos
Brasília - Distrito Federal - Brasil
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Pablo Emílio de Mattos