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TOTALMENTE SELVAGEM (1)

ESTA NOITE

Esta noite eu vou até lá,
vou lá pra ver você sambar.
Esta noite eu vou lá,
deixar a vida rolar.
Esta noite eu vou lá,
vou lá pra cantar,
pra disse-minar minhas pobres rimas.
Esta noite quero aproveitar
e esta amizade fazer perdurar...
Nesta noite diferente
nós vamos nos entender.



SEXO

Sexo é algo complexo
que eu não sei explicar.
Ele envolve erotismo,
nos leva ao nudismo,
é uma luta bruta
que se torna uma disputa.
É um abraçar ardente,
um amar eloqüente.
É a fúria dos amantes,
é um segredo aspirante.



AMOR CINEMATOGRÁFICO

No templo da perdição
eu lhe imaginei...
Perdidos na noite,
eu lhe encontrei...
A sedução da carne
se apossou de mim...
Desejo
tudo o que sempre quis.
Totalmente selvagem,
eu te amo!
Agora, você é alguém muito especial,
que me traz felicidade,
derretendo meu
coração de cristal.
Você me fez perversa,
um ser genial.
E nesta armadilha do destino,
os que chegam com a noite
são divinos no limite da
loucura como a nossa
fome de viver.
Nós seremos a lenda
dos apaixonados
num sonho sem fim,
para os amantes
qual Julieta e Romeu.
Realizaremos no
mundo dos sonhos
os desejos da fúria-paixão...
No pecado sedutor do nosso
louco amor.



GAROTOS
 
Garotos são peças que se
encaixam num quebra-cabeça
das mulheres.
Confundem o pensamento,
trazem o sofrimento
e as tratam como bem querem.
A dor arrasadora...
Garotos, veneno que se traga
com prazer
e nos enlouquecem até
bem-além nossos limites.
Garotos, anjos destruidores,
sempre a procura de amores...
Não que eu seja feminista!
Estou sendo, apenas, realista!
Só estou afirmando uma verdade,
de muitos garotos que
negam pouco-muito de fidelidade.
Garotos, mania que só nos causa anarquia,
seus corações são vazios,
dão arrepios...
Suas bocas tentadoras são
destruidoras.
Garotos, armadilhas do prazer,
que fazem o feminino perceber
a mais louca vontade de a
eles pertencer.
Penso que já muito falei,
e esses garotos não merecem
um sequer dedo de prosa...
Porém, a eles, somente a eles,
as mulheres se rendem
a um simples beijo.


 ELAINE BORGHI
primavera de 2005
 
ELAINE BORGHI
Enviado por ELAINE BORGHI em 21/12/2005
Código do texto: T88844

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Sobre a autora
ELAINE BORGHI
Campinas - São Paulo - Brasil, 42 anos
56 textos (1486 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 05/12/16 12:59)