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Homenagem as vitimas do 11 de Março em Madrid - Chora Espanha.(Português e Español)

Singela homenagem ás vitimas inocentes
 do 11 de Março de 2004 Em Madrid

Chora Espanha por teus filhos...

Chora minha alma...

Porque morrem estes filhos de Espanha,
Sangue tristemente derramado...
Grita o pai que seu filho acompanha,
e jaz no chão ferido , inanimado...

 Chora minha alma...

Aquele casal, tão cheio de amor.
Tristemente, seu sangue misturado...
Não houve felicidade, mas sim dor;
Jazem mortos, cada um para seu lado...

 Chora minha alma...

Porque esses irmãos, também eram meus,
gente que vive o seu dia a dia...
Te imploro, olha por eles meu Deus...
Eu os amo... E não os conhecia.

Chora minha alma...

Pelos corpos espalhados pelo chão...
Todos tinham ilusões, tinham vida.
E algum dia haverá perdão,
para quem provocou esta ferida ?

Chora a minha alma...

Jesus... Há loucos nesta vida à solta.
Vai-lhes correr nas veias, este crime...
Estes filhos de ninguém em revolta,
Saibam... nenhuma razão os redime.

Chora minha alma...

Fazem parte da escória dos danados,
sem coração , sem pátria ou sem lei...
Serão banidos e escorraçados,
sofram pelo crime, é tudo o que sei...

Chora minha alma...

Porque morrem estes filhos de Espanha,
vitimados pelos homens sem rosto?
Essa maldade que os acompanha
não é, vinho puro, que sai do mosto...


Chora minha alma... Chora uma nação,
Que foi dolorosamente ferida...
Chora a minha alma, e meu coração,
e chora... Esta Espanha tão querida...

Pois muitos dos filhos seus
Já se juntaram a Deus...

11 de março de 2004
Sines-Portugal




LLORA ESPAÑA POR TUS HIJOS…
Antonio Zumaia

Llora mi alma…

Porque mueren estos hijos de España,
Sangre tristemente derramada…
Grita el padre que su hijo acompaña,
Y yaz no chao herido, inanimado…

Llora mi alma…

Aquellas parejas, tan lleno de amor.
Tristemente, su sangre mezclada…
No hubo  felicidad, mas si dolor;
Yacen muertos, cada uno por su lado…

Llora mi alma…

Porque esos hermanos, también míos
Gente que vive su día a día…
Te imploro, mira por ellos mi Dios…
Yo los amo… y no les conocía.

Llora mi alma…

Por los cuerpos esparcidos por el suelo…
Todos tenían ilusiones, tenían vida.
Algún día habrá perdón,
Para quien provocó esta herida?

Llora mi alma…

Jesús… hay locos en esta vida sueltos.
Les va a correr en la venas, este crimen…
Estos hijos de nadie en revuelto,
Saben… ninguna razón los redime.
Llora mi alma…

Hacen parte de la escoria los dañados,
Sin corazón, sin patria o sin ley…
Serán excluidos expulsados,
Que sufran por el crimen, es todo lo que se…

Llora mi alma…

Porque mueren estos hijos de España,
Victimas de los hombres sin rostro?
Esa maldad que os acompaña
No es vino puro, que sale del mosto…

Llora mi alma… llora una nación,
Que fue dolorosamente herida…
Llora mi alma, y mi corazón,
Y llora… esta España tan querida…

Pues muchos hijos suyos
Ya se juntaron con Dios…

Sines - Portugal
11-03-2004

(Traducción María José Gil 22-2-2006)


António Zumaia
Enviado por António Zumaia em 10/03/2006
Reeditado em 10/03/2006
Código do texto: T121423
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Sobre o autor
António Zumaia
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