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A luva do poeta

Não sou o poeta das multidões
Sou poeta intimista
Sou meu poeta maior
Sou a minha melhor arte

Quando as vozes falham
As palavras aparecem na sua melhor forma
Única e abrangente
Sem falhas, nem ganhos

Aparece como quem já venceu
Parece que eu nem me possuo mais
Eu sou as letras inertes
Que saem da mão do poeta intimista

Eu e o poeta nos confundimos em um só
Eu sou as palavras, o poeta é a mão
A mão é a palavra que guia e eu o poeta criador!
O meu poeta da minha multidão!
iuRy
Enviado por iuRy em 21/05/2006
Código do texto: T160110
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Sobre o autor
iuRy
Olinda - Pernambuco - Brasil, 28 anos
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