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VEREDAS DA VIDA

Lá do cosmo remoto de onde desci,
a este mundo tristonho para sofrer,
calcorreando a vereda que percorri
para meu único filho, fazer nascer!

No meu peito martirizado e doído,
há uma luz em embrião que brilha,
o meu corpo esbelto e tão sofrido,
em mágoas vai desbravando a trilha!

Pelas avenidas da cidade, hesitando
a cada esquina, escória encontrando
vou da vida absorvendo os sabores…

sozinho no mundo, aqui vou andando
este caminho de solidão, desbravando
gorados os afectos  e outros amores!

Dedico este poema ao meu querido Cavaleiro Mago Roberto Oliveira, as nossas almas estão unidas e ainda que a solidão física por vezes nos atormente, espiritualmente descobrimo-nos companheiros!

O meu próximo poema será o das 10.000 Leituras quase a completaram-se e agradeço a ele em primeiro lugar, como meu Mestre poético e da vida, a pessoa que primeiro acreditou e continua a acreditar em mim e no meu talento e nunca me faltou com o seu estímulo e o seu carinho e afecto constantes!

Fada das Letras
Enviado por Fada das Letras em 15/11/2006
Código do texto: T292065

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Sobre a autora
Fada das Letras
Almeirim - Santarém - Portugal, 60 anos
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