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TRIBUTO ÀS MULHERES

Poema > Agradeço a Deus . . . 

Agradeço a Deus pela vida que ele me concedeu.

Agradeço a Deus pelas mulheres maravilhosas que em minha vida tantas
vezes muitas delas intercedeu.

Agradeço a Deus sobre o que tento escrever no meu coração e na minha alma de poemas com sua força ele me apeteceu.

Agradeço a Deus pela pouca ou muita inspiração que ao meu espirito
achando que merecia ele me abasteceu.

Agradeço a Deus por tantas vezes quando injustiçado com a sua mão amiga  ele me absorveu.

Agradeço a Deus pela mulher que em minha vida e no meu caminho ele me ofereceu.

Agradeço a Deus pelas duas filhas mulheres que ele generosamente em minha vida premiando me deu.

Agradeço a Deus pelas mulheres no que tento escrever em seus comentários, a minha alma e meu coração engrandeceu  e muitas delas me agradeceu.

Agradeço a Deus por sua misericórdia e sua bondade infinitas vezes na minha vida ele me socorreu.

E peço às mulheres e a Deus sobre os poemas que tento escrever e as que não entendeu me perdoe no que aconteceu.

Pedido de desculpas.
1. Queria pedir desculpas pelo meu português ruim.
2. Na medida do possivel irei corrigir os erros de português
    tão frequentes nos textos que escrevi.
3. Quando mal interpretado no que falo nos poemas

Ausência
Por motivo de força maior terei que me afastar do Recanto das Letras por tempo indeterminado uma pessoa da família encontra-se doente.  

Domingo, 07 de outubro de 2007

Uma das poetisas que aprendi amar.
Um poema para refletir.
Guitarra > Cecília Meireles.

"Punhal de prata já eras,
punhal de prata! fizeste
a minha mão insensata.
vi-te brilhar entre as pedras,
punhal de prata!
no cabo flores abertas,
no gume, a medida exata,
exata, a medida certa,
punhal de prata,
para atravessar-me o peito
com uma letra e uma data.
A maior pena que eu tenho,
punhal de prata,
não é de me ver morrendo,
mas de saber quem me mata

Adoro esta música
e nela alguns versos para refletir.
Eng. do Havaí > Somos quem podemos ser
Autor: Humberto Gessinger

Um dia me disseram que as nuvens
não eram de algodão.
Sem querer eles me deram as chaves
que abrem essa prisão
Quem ocupa o trono tem culpa
Quem oculta o crime também
Quem duvida da vida tem culpa
Quem evita a duvida também tem
Somos quem podemos ser
Sonhos que podemos ter

 

 
João Maciel
Enviado por João Maciel em 08/10/2007
Reeditado em 09/10/2007
Código do texto: T685438
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Sobre o autor
João Maciel
Recife - Pernambuco - Brasil, 60 anos
67 textos (2732 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 19/10/17 07:59)