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A flauta da Aurora

Uma lágrima desce na face
Mas nao ande para tras
É o som de uma flauta
Que atinge o seu coração
Em um doce dia de setembro
Garotos vão andando para guerra
Voce pode ver longos campos
E não pode ver o que tem por trás
Fecho minhas mãos
Porque a hora já chegou.

Nós choramos juntos
Nós vamos passar pela colina
Meu peito arde quando piso na relva
O som deles já pode ser ouvido
Eu sei que estou apavorado
Mas não significa que eu queira voltar.

Lute!! Voce sempre sonhou por isso
E se não o fizer quem vai fazer?
Pelo menos tenha algo para lembrar
Chore mas não seja frágil
Derrame lagrimas com raiva
E faça do fim um começo.

Doce flauta que ainda toca em meu coração
Traga de volta minha força que eu quero voltar
Não quero ser prisioneiro dos meus medos eternamente
Pois a redenção é algo que eu posso construir
Pisando na relva..Nessa ensolarada manha de setembro.
E fazer valer minha vida num gesto ou momento.
Aquila Monteiro
Enviado por Aquila Monteiro em 13/04/2006
Reeditado em 13/04/2006
Código do texto: T138557
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Sobre o autor
Aquila Monteiro
Itajaí - Santa Catarina - Brasil, 31 anos
30 textos (1253 leituras)
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Aquila Monteiro