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AS BANDEIRAS DA GUERRA E DA PAZ



Bandeira da Guerra:

Colega,
Sou o símbolo forte
De uma nação sobre as outras
Minhas cores são vibrantes
E enaltecem o poder
E a glória – sobre os fraquejantes
Sou fincado em toda aldeia
Cidade ou país distante

Sou a patente
De uma nação gigante
Sou o primeiro da fila
Nas batalhas de fronte
Ou nos desfiles em marcha
E o primeiro a tremular
Ao som dos hinos pátrios
Ou dos ventos uivantes
Mas tu nada és
Senão um trapo flamejante
De cor branca – e entediante.

Bandeira da paz:

Colega,
Minha cor não é cor única
É a soma de todas as cores
E a união – de todas as vibrações
Unidas pela meta em comum
Ela ultrapassa fronteiras
De um único país inteiro
Que se chama Gaia-Terra
Ou a antiga Pangéia

Minha cor não desbota com o tempo
Assim como tuas cores vibrantes
Que perdem o seu brilho intenso
E se tornam apáticas com o tempo
Com a loucura e a tola vaidade
Dos seus habitantes

Mesma que minha haste
Não seja fincada no solo
Ou ornamentada e forte
Como um poderoso mastro
Minha imagem é soberana
E ocupa de forma potente
A memória e o coração ardente
De cada ser humano
E de todos que almejam
A paz e a harmonia eterna
Em todos os cantos da Terra
E em todos os recantos – da mente.

Pedro Ernesto Prosa e Verso
Enviado por Pedro Ernesto Prosa e Verso em 26/04/2006
Código do texto: T145534
Classificação de conteúdo: seguro

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Pedro Ernesto Prosa e Verso
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Pedro Ernesto Prosa e Verso

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