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Soneto da Saudade

           
À amada distante.

Meu amor ai que saudade,
Quanto tempo sem te ver,
Quase morro de saudade,
Meu coração é só sofrer.

Meu amor ai que saudade,
Estou fingindo de viver,
Estar assim é não estar,
Viver assim é não viver.

Sou gemer que não acaba,
Tenho sede em min’alma,
Tenho fome de você.

Sou poema apavorado,
Sou temor desesperado,
Sou talvez não mais te ver.


Do livro Fogo de Lua & outros poemas.Recife:UBE/PE,2004,p.43.

  PS: Todos os meus poemas estão devidamente registrados no escritório de direitos autorais da Fundação Biblioteca Nacional/Rio de Janeiro/Brasil
odmar braga
Enviado por odmar braga em 10/09/2005
Reeditado em 12/09/2005
Código do texto: T49411
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Sobre o autor
odmar braga
Paulista - Pernambuco - Brasil, 64 anos
29 textos (23898 leituras)
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odmar braga