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O VELHO JUNCO

O Velho Junco
não cabe no corpo da terra.

Não cabe
no corpo da Bahia.

Não cabe
no corpo do homem.

Medidas amorfas
que só cabem no coração.

O Junco somos nós,
o sangue que escorre
o verso que vai nascer.

A paisagem sertaneja,
Água e mato,
Caminho e silêncio,
Tempos idos nas povoações.

A alma lavada,
O cheiro do alecrim,
As estrelas,
Um céu límpido azulado.

É caminho de ida,
Sem obstáculos para o retorno
Vivência indescritível,
Liberdade bendita,
História de amor e dor.

Cantada em prosa
Vivida em verso.
Luiz Eudes
Enviado por Luiz Eudes em 29/08/2007
Código do texto: T628982

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Sobre o autor
Luiz Eudes
Sátiro Dias - Bahia - Brasil
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Luiz Eudes