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FORTE APACHE

Eu entrei
sem me ver
emergiu
sem querer.

Olhava e esperava a todo instante.

O passado passou
o navio ancorou.

E os teus olhos me gritavam ao longe.

E num mar
de paredes profundas.
A gerra e a paz dormiam o mesmo sonho.

Eu estou se querer
te tocando com meu ser.
Me tire daqui
ou me desarme.

A poeria do deserto
levantou da sua mão.
Me tragou para longe, e eu luto no espelho.

A ausência que trai
que me taz teu conselho.
Brada ao sol do homem
em silêncio.

Sentirei
o que mais?
O que faço ou o que faz.

E vou só seguindo com teus passos.
Docca Soares
Enviado por Docca Soares em 08/09/2007
Código do texto: T644081

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Sobre o autor
Docca Soares
Curitiba - Paraná - Brasil, 43 anos
24 textos (922 leituras)
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Docca Soares