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V I O L I N O S

Finos acordes preenchem a solidão
sombras dos tempos felizes aparecem
num pedaço da minha alma confinado
inerte, sem cor, revivem na canção.

Violinos tocam o ar delicados
pranteio, a dor dilacera meus vãos
que sofrem e desmancham-se em saudades
sons estremecem o peito apertado.

Estendido em cada fibra do meu eu
é o fim, o nada, que está gravado
entristeço, há cheiro de morte nas mãos.

Fugaz, inútil, eram delírios vagos
vívidos na dança da verdade
a música parou, despertei no chão.


Soninha Porto Poemas
Enviado por Soninha Porto Poemas em 16/09/2007
Reeditado em 01/03/2013
Código do texto: T655264
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Soninha Porto Poemas
Porto Alegre - Rio Grande do Sul - Brasil
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