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SEM VOCÊ

 

Sem você,
Sou um velho rio dividido pelos bancos de areia
Prestes a sucumbir
Sou os cacos de um vaso chinês raro
Que não podem ser juntados porque faltam peças
Sem você, sou as mãos frias da humanidade, negando amor
Sem você a flor que nascer nas manhãs
Não sobreviverá e nem terá importância
Porque, sem você, minhas manhãs serão de alheamento
Onde as flores não são notadas
Sem você, minha esperança será um parto difícil e arriscado
E poderá nascer morta
Porque sem você, não passo de uma vidraça quebrada
Numa casa sem gente
Por onde entram as impurezas do mundo!
Celio Govedice
Enviado por Celio Govedice em 03/10/2007
Reeditado em 10/05/2015
Código do texto: T679414
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Celio Govedice
Santana de Parnaíba - São Paulo - Brasil
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Celio Govedice