TEMPO

O Tempo passa...

Pessoas vão e vêm num frenesi Insuportável

Que leva consigo lembranças e lágrimas

Vidas e glórias

Amores e decepções.

O Tempo urge...

Cada dia uma batalha

Pelo pão nosso

Que quase todos os dias

Não está garantido

O Tempo NÃO cura...

Feridas, marcas, horrores,

Lembranças dos miseráveis

Que acreditam na Ilusão do

Amanhã.

O Tempo MATA, Senhores!

Doentes, solitários,

Pacifistas e amantes

Sob luzes cinzas e com amargos

Beijos de despedida...

Gustavo Marinho
Enviado por Gustavo Marinho em 29/01/2006
Reeditado em 29/01/2006
Código do texto: T105361
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